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Categorização de produtos em marketplace: 5 dicas para fazê-la de modo perfeito

Organização, visibilidade e vendas: esses são os principais benefícios da categorização de produtos, que é algo fundamental para o seu destaque nos marketplaces. Por isso, preparamos este post supercompleto sobre o tema!

Aqui, você conhecerá as melhores dicas de categorização, entenderá a importância dessa prática para o sucesso da sua loja, e todas as vantagens que essa estratégia pode oferecer para a sua gestão. Então, continue com a gente e confira!

Qual é a importância da categorização de produtos?

A simplicidade é uma característica determinante da experiência com os marketplaces. Os consumidores realmente gostam da experiência de compra online, que conquista justamente por ser fácil, rápida e intuitiva — e a organização da sua loja virtual está diretamente ligada a essa percepção. 

Assim que você decide vender em marketplace, muito além de escolher as plataformas com boas interfaces e suporte aos usuários, também é importante reconhecer o seu papel na apresentação, segmentação e descrição dos produtos — e a categorização é a parte principal dessa jornada. 

Simplificação

Uma boa categorização oferece atalhos para o consumidor, que rapidamente encontra uma seção com tudo o que ele precisa. Isso, além de estimular a conversão, também diminui o atrito na jornada da venda, eliminando barreiras, cliques e tempo de tela até a compra. 

Além disso, é importante perceber que categorizar também vai além do óbvio. Imagine que você vende apenas artigos esportivos. Você pode sim fazer o básico, e criar apenas categorias gerais para os seus produtos, como “bicicletas”, “tênis”, e afins. 

Isso funciona, e não tem nenhum problema. Mas aí você perde a oportunidade de estimular o cliente a descobrir novas seções e novos produtos. A partir do momento que você conhece o seu público-alvo, você pode adotar, também, categorias mais amplas e descontraídas. 

Um exemplo disso seria “musculação em casa”. Nos últimos anos, muitas pessoas passaram a treinar em casa. Essa categoria poderia incluir itens dos mais simples aos mais sofisticados, como halteres, barras, colchonetes, esteiras, bicicletas ergométricas etc. 

Algo tão simples, mas tão funcional, resolve a vida do cliente. Afinal, muitas pessoas embarcaram nessa tendência e passaram a transformar um cantinho da casa na própria academia. Com uma categoria assim, você oferece tudo que esse cliente precisa em apenas uma seção.

Vendas

Por isso, uma boa categorização pode alavancar os seus resultados. Nos marketplaces, você tem muito poder sobre o posicionamento dos produtos, e pode criar categorias inteiras para entregar experiências coerentes com as expectativas e necessidades dos seus clientes. 

Para não ficar apenas no exemplo dos artigos esportivos, listamos mais alguns cenários e sugestões. Dê uma olhada: 

  • tecnologia: experiência streamer e experiência gamer;
  • papelaria: para estudantes, arquitetos e designers;
  • vestuário: looks para balada, escritório e praia;
  • móveis: home office, edícula e sala de jogos.

Oportunidade

Percebe? Dá para ir muito além das categorias gerais como “bicicleta” e das subcategorias específicas, como “tamanho do aro”. Essas categorias seguem, sim, sendo fundamentais para uma boa experiência de compra, sobretudo para compradores decididos, que só querem filtrar os produtos e encontrar aquilo que precisam. 

No entanto, usar a categorização de maneira criativa, criando outras categorias, mais abertas e voltadas a experiências e finalidades exclusivas, estimula a navegação na sua loja, a descoberta de produtos inusitados e o aumento no número de vendas. 

Quais as 5 melhores dicas para uma categorização perfeita?

Agora que você sabe a importância da categorização para as suas vendas, é momento de conhecer as melhores estratégias do tema. Aqui, elencamos cinco dicas práticas e objetivas para que você possa organizar a sua loja hoje mesmo, melhorando a visibilidade e o volume de vendas. Confira!

1. Conheça seu público

Quando você não conhece a persona da sua marca, você trabalha no escuro, sem muita noção de com quem você está interagindo. Por isso, é muito importante descobrir o seu público, pois assim você identifica a melhor estratégia de comunicação e abordagem possível, entende? 

Digamos que você venda eletrônicos para clientes que desejam o que há de melhor em áudio e imagem. Você pode fazer a categorização técnica, segmentando TVs por tamanhos e tecnologia. Mas você também pode ir além, criando categorias com os setups ideais, tais como:

  • Adorados pelos Gamers — listando consoles e TVs recomendadas pelas fabricantes dos videogames;
  • Melhores do Ano — listando apenas os itens com a maior avaliação de produto em cada categoria;
  • Cinema em Casa — listando TVs, projetores e home theaters de qualidade excepcional.

2. Estude o mercado

Poucos setores são tão competitivos quanto o varejo online — e isso é muito positivo! Afinal de contas, nada impede que você aprenda com as grandes marcas e referências, que investem milhões em marketing, pesquisa e desenvolvimento. 

Olhe bem o mercado, veja as categorias que a Magalu adota no site, no app e, até mesmo, nas campanhas de e-mail marketing. Com esse olhar astuto, você passa a identificar, rapidamente, novas tendências de mercado, trazendo tudo isso para a experiência da sua marca.

3. Defina categorias gerais e temáticas

É, não se mexe em time que está ganhando. Por isso, reconhecemos a importância das categorias gerais, que segmentam os produtos por tipo e tamanho. Mas nada impede você de ir além, agregando itens por proposta, finalidade e experiência. 

4. Não crie uma categoria “outros”

“Outros” é um termo para categorizar aquilo que não recebeu atenção na hora de ser categorizado. Por mais inusitado que seja o item, ele oferece algo. Se você entende a proposta do produto, você pode criar uma categoria legal, que chame a atenção e resulte na descoberta e na venda.

5. Aposte na abordagem temática

“Looks para o primeiro encontro”, “ciclistas de primeira viagem”, “guitarristas iniciantes”, e por aí adiante. No fim das contas, a sua criatividade, combinada com o seu portfólio de produtos, é o que determinará as categorias. E lembre-se: você não tem nada a perder com essa abordagem!

Afinal, a recomendação é para adotar a categorização criativa como uma estratégia adicional. Assim, você mantém as categorias gerais, mas também cria essas segmentações voltadas às propostas e experiências dos produtos, pois isso chama atenção, visibilidade e venda. 

Agora que você sabe a importância da categorização de produtos, descubra como as embalagens podem melhorar as vendas online!

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