tipos de e-commerce

Conheça os 7 tipos de e-commerce existentes e escolha o ideal!

Em 2020, o faturamento do e-commerce no país deve ultrapassar a marca inédita de R$ 100 bilhões, representando um crescimento de 18% em relação ao ano anterior. É isso o que diz a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A partir desses dados, dá pra perceber a importância dos diferentes tipos de e-commerce na economia brasileira, não é mesmo?

O contexto bem diferente que estamos vivendo, por causa da pandemia do novo coronavírus, tem influenciado bastante os resultados. Acontece que as medidas de isolamento social impulsionaram o surgimento de novas relações de consumo. Com isso, oportunidades de negócio acabaram se abrindo pra várias empresas.

Pra você entender melhor o que está acontecendo e saber posicionar seu negócio, a gente preparou um artigo sobre o cenário do e-commerce no Brasil. Vamos te contar quais são os principais modelos existentes e quais são as vantagens de empreender na área. Vamos lá?

Como está o e-commerce no Brasil?

Você já deve saber que o comércio eletrônico se refere às transações comerciais realizadas exclusivamente pela internet. Ao investir nessa modalidade, a empresa consegue ter mais visibilidade e alcançar um número cada vez maior de clientes, o que pode trazer resultados bastante positivos para o negócio.

No Brasil, essa modalidade tem apresentado um crescimento acelerado, como a gente falou na introdução, principalmente nos últimos meses, em virtude das medidas de isolamento social. Por isso, é importante ficar atento ao novo cenário e garantir que a sua empresa se mantenha competitiva no mercado.

Quais são os principais tipos de e-commerce?

Existem várias modalidades de comércio eletrônico. Por isso, se você tem o objetivo de empreender nessa área, é importante conhecer cada uma pra saber qual é a mais adequada ao seu negócio. A seguir, veja os principais tipos existentes!

1. Business-to-Business (B2B)

O B2B — em português, Empresa-para-Empresa —, como o próprio nome já diz, se refere às transações comerciais realizadas entre empresas. É o caso, por exemplo, das vendas realizadas entre fabricantes e lojas, sem que ocorra nenhuma interação com o cliente pessoa física. 

2. Business-to-Consumer (B2C)

Essa é a modalidade mais comum do e-commerce e corresponde às vendas realizadas entre as empresas e o consumidor final. Por isso, se pretende investir nesse modelo e quer que sua empresa se diferencie no mercado, é importante estar atento ao que os concorrentes estão fazendo.

3. Consumer-to-Consumer (C2C)

Esse modelo tem se expandido bastante pela internet e refere-se às transações realizadas entre consumidores, tanto de produtos quanto de serviços. Nessa modalidade estão inclusos, por exemplo, os prestadores de serviços e as vendas realizadas entre pessoas físicas em plataformas específicas pra esse tipo de negociação.

4. Consumer-to-Business (C2B)

Essa modalidade é oposta ao B2C, pois se refere às transações realizadas entre o consumidor e a empresa, ou seja, de pessoa física para jurídica. Mas saiba que o comércio eletrônico C2B ainda é pouco utilizado. No entanto, esse modelo tende a crescer, pois existem poucas exigências formais para realização.

5. Business-to-Administration (B2A)

O B2A — em português, Empresa-para-Administração — é uma modalidade de e-commerce em que as transações são realizadas entre as empresas e a administração pública. Esse modelo ainda é pouco utilizado no país e tem como exemplos a prestação de serviços na área fiscal, bem como na área de segurança social e de emprego.

6. Consumer-to-Administration (C2A)

Essa modalidade refere-se às transações realizadas entre pessoas físicas e a administração pública. O C2A pode ser observado em diversas áreas. A seguir, dá uma olhada em alguns exemplos:

  • saúde: agendamento de consultas e pagamento de serviços;
  • educação: ensino a distância e divulgação de informações;
  • tributária: pagamento de impostos e entrega de declarações.

7. M-Commerce

O Mobile-Commerce, como também é conhecido, é uma das modalidades que mais cresceu no país nos últimos anos. Isso porque você já deve ter percebido como temos adquirido um hábito de pesquisar e comprar produtos e serviços por meio do celular, não é mesmo?

Por isso, várias empresas têm investido em aplicativos próprios pra facilitar a jornada de compra do consumidor e ter maiores chances de êxito nas vendas online.

Quais são as vantagens de investir no e-commerce?

Você não duvida de que o comércio eletrônico é uma tendência que chegou pra ficar, certo? Por isso, a gente separou algumas vantagens de investir no e-commerce. Acompanhe!

Praticidade para os clientes

Esse ponto dispensa até explicação, concorda? Afinal, não há nada mais prático do que comprar o produto que estamos precisando sem precisar sair de casa e em qualquer momento do dia ou da noite — tudo por meio de alguns cliques no smartphone ou pelo computador.

Alcance de clientes

Se você tem um negócio físico, sabe que o principal público é a população do município ou das regiões próximas. Já quando o negócio passa a negociar produtos e serviços por meio do comércio eletrônico, o alcance é ilimitado, e as chances de os resultados serem vantajosos aumentam um tanto!

Acompanhamento de métricas

Ao investir no e-commerce, é possível estudar o mercado e acompanhar com maior facilidade algumas métricas. Afinal, com um sistema de análise de dados, dá pra obter facilmente os resultados de indicadores — como volume de transações, tráfego do site, ticket médio, entre outros. Eles são muito importantes no processo de tomada de decisões.

São muitas as vantagens de investir no comércio eletrônico. O importante é entender bem o conceito e os nichos de mercado. Assim, dá pra usufruir de todos esses benefícios e ter resultados cada vez melhores.

Por fim, lembre-se de que há diferentes tipos de e-commerce. E é importante entender cada modelo pra definir a estratégia adequada ao seu negócio. Ao conhecer as características e as estratégias utilizadas em cada modalidade, você terá maiores chances de êxito no empreendimento.

E aí, gostou deste post? Agora que já conhece mais do mercado de e-commerce, que tal aprender a importância de fazer a precificação certa dos produtos?

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