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Vendas online: confira tudo o que você precisa saber

Gente, vocês sabem que as vendas online estouraram nos últimos meses, né? Com o distanciamento social necessário pra frear a COVID-19, empresas e consumidores viram na internet uma oportunidade pra continuar a vender e consumir.

Mas a verdade é que a pandemia só acelerou o que já estava acontecendo há tempos. De acordo com o relatório do Movimento Compre&Confie, em 2019, o faturamento do e-commerce brasileiro cresceu 22,7%. Pra 2020, a previsão era faturar 28% a mais. Pelo jeito, essa projeção não vai se concretizar porque só nos cinco primeiros meses do ano o e-commerce já cresceu mais de 50%. Dado interessante, não é mesmo?

Então, que tal aproveitar esse momento pra investir nas vendas online e fazer o seu negócio crescer? Se você tem dúvidas sobre como fazer isso, chegou ao lugar certo. Vamos te explicar tudo sobre como usar a internet pra vender. Vem ver!

Qual é a importância das vendas online?

Se tem uma coisa que o consumidor valoriza é a praticidade. As compras pela internet são bem mais cômodas porque podem ser feitas do sofá de casa, sem sufoco pra encontrar estacionamento, nem filas. Isso só é possível graças às tecnologias. Com um celular e acesso à internet na palma das mãos, nós usamos essa ferramenta pra praticamente tudo: comunicar, divertir, trabalhar e, claro, consumir.

Estar online o tempo todo ainda garante uma coisa bem importante — o acesso à informação. Justamente por causa dessa facilidade de buscar conhecimento as pessoas perderam o medo de comprar pela internet. E a pandemia também ajudou nesse sentido. Afinal de contas, não tinha pra onde correr, né? Agora, o consumidor já conhece todos os cuidados que precisa tomar pra fazer uma compra segura.

Veja bem, a internet deu autonomia ao cliente. Antes de escolher um produto pra comprar, ele pesquisa quais são as opções do mercado, assiste a tutoriais e resenhas no Youtube, estuda qual é o melhor custo-benefício, investiga sobre a reputação da empresa em sites de reclamação e por aí vai.

Ele faz tudo isso sozinho, sem precisar interagir com um vendedor. Até mesmo quando o consumidor decide fazer um negócio em uma loja física, ele visita várias lojas virtuais antes. É ou não é? Então, o cliente já chega ao estabelecimento com a decisão tomada.

Tudo isso quer dizer que a tendência de crescimento do e-commerce é resultado de uma mudança de comportamento do consumidor. Logo, investir em vendas online significa acompanhar esse movimento pra fisgar mais clientes. É por isso que elas são tão importantes!

Quais canais de vendas online posso utilizar?

Os canais de vendas online são espaços na internet usados pra expor seus produtos, atrair clientes e fechar negócios. Vamos mostrar, a seguir, quais são os mais importantes!

E-commerce próprio

A loja virtual própria é uma página na web exclusiva pra sua marca. Ao abrir esse canal de vendas, você fica responsável por todos os processos: desenvolvimento da página, sistemas de pagamento, logística, marketing e tudo mais.

A vantagem disso é que você constrói uma reputação única e pode desenvolver um relacionamento mais próximo com o seu cliente. Além disso, há a liberdade de criar as estratégias que forem adequadas ao seu negócio. Esse canal é interessante, sobretudo, pra quem já tem uma audiência grande e fiel.

Marketplaces

Os marketplaces são como shoppings, mas no ambiente virtual, onde várias lojas estão reunidas em um único lugar. Um exemplo disso é o Magalu Marketplace. A maior vantagem desse canal é que você não fica responsável pela tecnologia, segurança, pagamentos e marketing do e-commerce. A sua obrigação é apenas despachar o produto para o cliente após a confirmação da compra.

É por isso que essa alternativa é legal pra quem está começando com as vendas digitais. Nesse caso, você paga uma porcentagem de todas as suas vendas ao parceiro e pode aproveitar o alto tráfego e prestígio que a marca já tem. Assim, é possível atingir um maior número de pessoas e conquistar compradores.

Redes Sociais

As redes sociais já foram apenas canais de divulgação, mas hoje funcionam como lojas virtuais com sistemas diretos de compras, sabia? É possível, inclusive, fazer a integração com o seu e-commerce.

No Facebook, por exemplo, você cria oportunidades de vendas em grupos, fanpages e no marketplace da própria rede social. Tudo isso sem custo algum. Se você optar pelos anúncios patrocinados pode aumentar ainda mais a visibilidade de seus produtos.

Já no Instagram, dá pra fixar preços nas imagens e criar links diretos à página de vendas. Lembre-se de que, por ser uma rede social com forte apelo visual, é importante investir na qualidade das fotos e dos vídeos, tá?

Programas de afiliados

Esse sistema conecta as pessoas que têm produtos pra vender com vendedores — também conhecidos como afiliados — dispostos a divulgar. Esse canal é interessante especialmente pra quem comercializa produtos digitais como livros online, e-magazines, cursos etc.

Todo o processo é feito por meio de uma plataforma online onde os produtos à venda são disponibilizados. O afiliado escolhe um produto, gera um link de divulgação e começa o trabalho comercial. Todas as vezes que um cliente comprar a solução por meio desse endereço, o vendedor ganha uma comissão sobre a venda.

Alguns marketplaces têm sistemas de divulgadores que funciona de forma semelhante. O parceiro cria uma loja com os produtos do próprio e-commerce e sempre que um cliente comprar algo por esse link, o divulgador ganha uma porcentagem das vendas.

Como escolher o canal de vendas estrategicamente?

Antes de tudo, é bom lembrar que não existe um canal melhor do que outro. Cada um deles tem o seu valor e é mais adequado a um tipo de estratégia.

Os desejos e as necessidades do consumidor são as primeiras coisas que você precisa colocar na balança, combinado? Se o seu perfil de público não usa o Facebook, por exemplo, nem adianta investir nesse canal de vendas. Portanto, comece um estudo pra conhecer muito bem o seu cliente. Assim, você consegue identificar quais são os canais mais valorizados por ele.

É importante pensar também nos objetivos de negócio e no tipo de produto que a sua empresa vende. Se você vende produtos mais complexos que exigem um trabalho consultivo, por exemplo, as redes sociais são interessantes. Como elas foram idealizadas pra estreitar relações pessoais, fica fácil criar um relacionamento próximo com o consumidor por meio delas.

Agora, pra quem está começando, não tem uma audiência forte e deseja alto volume de vendas, o marketplace é mais adequado. Isso porque é possível aproveitar toda a credibilidade e visibilidade que a loja já tem pra atrair seus clientes e converter.

Ao iniciar as vendas por esse canal, você ganha experiência e se estabelece no mercado antes de investir no desenvolvimento de uma loja própria. Por outro lado, quem tem um plano de crescimento bem ousado pode diversificar os canais de vendas e usar todos eles ao mesmo tempo, integrando inclusive com a loja física. Você vai ver que não é tão difícil!

Quais são as vantagens de ter uma loja virtual?

Vender online é uma oportunidade de ampliar a atuação do seu negócio. Apesar de as redes sociais serem eficientes, ter uma plataforma de vendas dá uma cara mais profissional pra sua empresa, sabe? Além disso, você pode integrar o e-commerce ao marketplace e às redes sociais pra facilitar a gestão das vendas.

Se ainda há dúvidas se vale a pena investir nisso, nós vamos mostrar abaixo muitos benefícios de se ter uma loja virtual. Confira!

Maior disponibilidade

Ao contrário da loja física, que tem um horário de funcionamento, a loja virtual opera 24 horas, durante todos os dias da semana — incluindo sábados, domingos e feriados. E o cliente não precisa de um vendedor pra concluir o processo. Isso quer dizer que você pode vender até dormindo. Legal, né?

Ausência de limites geográficos

Dificilmente alguém viaja quilômetros só pra conhecer uma loja de roupas legal, comprar um cosmético ou um tênis novo, não é mesmo? As lojas físicas têm uma limitação geográfica e só conseguem atender clientes da região que está localizada. Já a atuação do comércio eletrônico é mais ampla. Dá pra vender pra pessoas do Brasil e do mundo inteiro.

Facilidade na mensuração dos resultados

No ambiente offline, você precisa registrar manualmente cada movimento pra conseguir dados importantes ao negócio. No online, esses registros são automáticos. Sendo assim, fica simples mensurar resultados de vendas.

Tem mais! Ao realizar uma compra num comércio eletrônico, o cliente precisa fazer um cadastro e todo o histórico de compras fica registrado. Com isso, você pode entender melhor o comportamento de consumo de cada cliente pra aperfeiçoar a sua estratégia.

Como começar a fazer vendas online?

Tudo começa pelo planejamento. Mesmo que você já tenha uma loja física ativa, é importante fazer um plano específico para as vendas online. Afinal de contas, você vai entrar em um novo mercado em que as operações funcionam de maneira diferente.

Os concorrentes são outros, o comportamento do consumidor digital não é igual ao do cliente de Ponto de Venda (PDV), novas parcerias podem ser necessárias e por aí vai. Portanto, faça um plano de negócios e um planejamento estratégico com os seguintes aspetos:

  • análise de mercado, com estudos sobre barreiras de entrada, tendências de consumo, concorrentes, fornecedores, entre outros;
  • investimento, ou seja, o valor necessário pra começar as vendas online. Isso inclui eventuais reformas de imóveis, contratação de novos colaboradores, aquisição de estoque, capital de giro etc.;
  • definição de objetivos, metas e indicadores.

Não pule essa etapa, viu? Esse processo é fundamental pra dar passos firmes e garantir o sucesso da nova empreitada. Dito isso, agora é só seguir as orientações que preparamos a seguir.

Escolha uma plataforma

Você não precisa desenvolver um e-commerce do zero. Existem diversas plataformas que permitem a criação de lojas virtuais de forma bem fácil porque oferecem soluções pré-prontas. Ainda é possível incluir a sua marca, personalizar cores, layout etc.

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Com essas ferramentas você terá acesso a relatórios avançados — de vendas, estatísticas de visitas, faturamento, entre outros. Além disso, dá pra fazer integração com o sistema de gestão empresarial (ERP) da sua loja pra sincronizar o estoque com outros canais de vendas.

Muitas dessas plataformas têm integração nativa com marketplaces. Daí você consegue atuar nas duas frentes ao mesmo tempo, sem precisar fazer um grande investimento.

Defina sua vantagem competitiva

As vendas online são oportunidades de crescimento. Mas, da mesma forma que você identificou essa brecha pra lucrar mais, milhares de outros negócios também identificaram. Sim, a concorrência entre os e-commerces é bem acirrada!

No caso dos marketplaces, essa disputa é ainda maior. Afinal, o consumidor pode encontrar o mesmo produto vendido por diversos vendedores diferentes. É por isso que você precisa definir diferenciais competitivos pra tornar os seus produtos mais atrativos aos olhos do comprador. Alguns fatores que podem ajudar nesse sentido são:

  • título, imagem e descrição do produto;
  • preço e prazo do frete;
  • atendimento ao cliente.

Prepare o estoque

Mesmo que você já tenha estoque na sua loja física, precisará de um reforço pra suportar o aumento nos pedidos vindos dos canais digitais. Daí a sua empresa não corre o risco de ficar desabastecida.

Mas cuidado com os exageros, hein? Estoque parado significa um capital preso que poderia ser usado em setores estratégicos. Além do mais, produtos em excesso correm o risco de perder o prazo de validade, ficar obsoletos ou deteriorar no depósito.

Em um primeiro momento, o ideal é usar os estudos de mercado pra dimensionar a demanda. Depois disso, é possível criar uma rotina de compras com base no fluxo de vendas. Assim, nunca vai faltar nem sobrar. E ainda temos mais algumas dicas importantes no controle de estoque:

  • defina uma quantidade mínima para o estoque;
  • registre tudo que entra e sai;
  • utilize tecnologias de controle integradas ao e-commerce;
  • mantenha o estoque organizado;
  • faça inventários periódicos.

Ainda existe a opção de manter estoques terceirizados, como no dropshipping e no crossdocking. Nesses casos, o item fica disponível pra venda na sua loja virtual, mas o pedido só é feito ao fornecedor quando o cliente efetua a compra.

No dropshipping, é o fornecedor que se responsabiliza pela entrega. No crossdocking, você recebe a encomenda na sua loja pra só depois a despachar para o cliente. Vale lembrar que os prazos de entrega costumam ser um pouco mais longos nesse último caso.

Planeje o marketing

Não adianta ter uma loja virtual linda, funcional, segura e com estoque perene se ninguém conseguir chegar até ela, né? Criar estratégias de marketing é fundamental pra dar visibilidade aos seus produtos, atrair clientes e converter vendas.

O ideal é investir em ações digitais. Já que as vendas serão pela internet, faz mais sentido seguir por esse caminho. Veja algumas táticas interessantes às vendas online:

  • marketing de conteúdo: criação de conteúdos ricos pra criar autoridade à sua marca e melhorar o relacionamento com o cliente. Este artigo que você está lendo aqui no blog Magalu, por exemplo, faz parte do nosso marketing de conteúdo;
  • Google Ads: plataforma do Google pra anunciar na rede de pesquisa, displays e aplicativos;
  • e-mail marketing: estratégia que se baseia no disparo de e-mails aos clientes com o objetivo de anunciar ofertas, nutrir relacionamentos, recuperar carrinhos abandonados, entre outros;
  • SEO: a famosa otimização para motores de busca, uma técnica pra melhorar o posicionamento do seu e-commerce nos resultados gratuitos do Google.

Treine a sua equipe

Nós já falamos que o processo de compra em lojas virtuais é mais autônomo e o consumidor não precisa entrar em contato com um vendedor pra concluir tudo, lembra? Mas isso não significa que você não vai precisar de profissionais de atendimento, viu?

Tem que ter gente pra interagir com os clientes nas redes sociais, esclarecer as dúvidas recebidas por e-mail, fechar pedidos, embalar produtos, solucionar eventuais erros de entrega, garantir um bom pós-venda e por aí vai.

É por isso que você precisa montar uma boa equipe pra atuar no e-commerce e oferecer treinamentos a ela. O objetivo dessa capacitação é padronizar todas as operações, motivar os colaboradores e garantir que tudo saia do jeito que você planejou.

5 dicas pra alavancar suas vendas virtualmente

O dinheiro não vai começar a cair na sua conta só porque você começou a fazer vendas online. Para vender muito e ter lucros com isso, você precisa gerenciar muito bem todos os processos do seu e-commerce. Confira as nossas dicas pra fazer com que suas vendas pela internet sejam um sucesso!

1. Faça projeção do fluxo de caixa

O fluxo de caixa nada mais é que uma ferramenta de controle financeiro que registra todo o dinheiro que entra e sai da empresa. Fazer projeções significa estimar o quanto você vai vender no futuro e quanto vai gastar pra manter as operações.

E não tem nada a ver com adivinhação — as projeções são feitas com base em dados históricos do negócio. Essa previsibilidade é importante pra identificar sazonalidades, planejar as vendas e programar os investimentos necessários para a empresa crescer.

2. Calcule o capital de giro

O capital de giro é o dinheiro necessário pra manter um fluxo de caixa positivo e garantir o funcionamento dos canais de vendas online. É uma espécie de reserva financeira que tem o objetivo de suprir as despesas operacionais. Pra calcular esse índice, você pode aplicar a seguinte fórmula:

capital de giro = ativo circulante – passivo circulante

O ativo circulante é formado pelo dinheiro que você tem em caixa, o valor do estoque, as contas a receber etc. O passivo circulante são as contas a pagar, como salário de colaboradores, pagamento de fornecedores, empréstimos, entre outros.

Quando você faz vendas com parcelas a perder de vista, por exemplo, precisa de um capital de giro muito alto. Sabe por que? Você vende, fica sem produto, não recebe na hora e ainda precisa repor a mercadoria. O capital de giro é o que banca a empresa antes desse dinheiro entrar no seu caixa.

Existem duas boas estratégias pra acelerar a entrada dos valores das vendas. A primeira é a oferta de descontos aos clientes nos pagamentos à vista. A segunda é a antecipação automática das parcelas. No Magalu Marketplace, é possível adiantar as prestações do consumidor e receber tudo de uma vez. Daí você paga um valor extra, que será embutido na sua comissão.

Um estoque grande demais também exige algum capital de giro, viu? Se você mantém um alto volume de produtos, fica com um capital parado, que vai demorar a voltar ao caixa da empresa. Por isso, é importante garantir bom giro de estoque e negociar com os fornecedores direitinho.

3. Foque um nicho de mercado

Já falamos que a concorrência na internet é gigantesca, lembra? No marketplace, então, nem se fala. Pra driblar toda essa competitividade, é importante que você fuja desse tiroteio sem estratégia e invista em um mercado de nicho, porque ele é pouco explorado.

Uma coisa é vender roupas de todos os tipos. Outra coisa é vender moda festa plus size, por exemplo. Percebeu a diferença? Ao escolher um público-alvo bem específico, a sua loja pode se tornar uma referência na área e ganhar destaque.

Fica até mais fácil se comunicar com o consumidor de maneira personalizada e direcionar as ações de marketing a pessoas certas. E nada de achismos, está bem? Pra nichar o seu negócio de forma correta, é importante estudar o comportamento do cliente a fim de entender como fazer isso.

4. Planeje promoções

Se tem uma coisa que o consumidor adora é promoção. E quem não gosta, não é? É ótima essa sensação de ter feito um bom negócio. Então, é legal programar algumas ações do tipo em seu e-commerce, principalmente em datas comemorativas conhecidas pelos preços baixos, como Dia do Consumidor, Black Friday e saldões do início do ano.

Mas tem que planejar bem, porque as guerras de preços são insustentáveis no longo prazo e podem render prejuízos. Só vale a pena baixar a margem de lucro quando o volume de vendas aumenta bastante.

E olha, as promoções não estão limitadas às ações com descontos não, viu? Oferecer um brinde, vender produtos personalizados e itens de edição limitada, por exemplo, também faz parte da estratégia. Nesses casos, dá até pra cobrar um pouco a mais pela exclusividade. 

O importante é que as promoções — com descontos ou não — agreguem valor ao comprador de alguma forma. Aí você consegue conquistar clientes e fidelizar.

5. Negocie com seus parceiros

Pra garantir bons preços de venda, você precisa comprar produtos com um valor camarada. Uma boa dica pra conseguir isso é negociar com os fornecedores e manter um bom relacionamento com eles. Mas nada de buscar sempre pelo mais barato, combinado?

A qualidade dos produtos, as condições de pagamento e o cumprimento dos prazos de entrega são questões relevantes pra colocar na balança. Os marketplaces também fazem parte da sua rede de parceiros. Então, é importante encontrar e-commerces que facilitem ao máximo os processos das suas vendas, inclusive a logística.

No nosso marketplace, por exemplo, você tem a opção de aderir ao serviço do Magalu Entregas. Como nós temos uma grande demanda de serviços, conseguimos contratos com valores bem atrativos. Você pode aproveitar essa vantagem pra simplificar o seu processo de logística e oferecer ao cliente final um frete bem mais barato.

Nesse caso, só é preciso imprimir a etiqueta de envio, emitir a nota fiscal, fazer a postagem nos Correios ou aguardar a coleta — caso esse serviço esteja disponível na sua localidade.

Viu só? Investir nas vendas online é uma oportunidade ótima pra fazer a sua empresa crescer e lucrar mais. Afinal de contas, o comportamento do consumidor mudou. Hoje ele está muito mais conectado e valoriza a comodidade que os canais digitais proporcionam. Siga as nossas dicas direitinho e comece a ver os resultados positivos ao vender pela internet.

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